Connect with us

DESTAQUES

‘Deprê’ de Natal influenciou decisão de Zé Felipe; entenda

O cantor teria procurado a artista para uma conversa franca, afirmando que estava emocionalmente fragilizado

Published

on

Na última terça-feira (30), o término entre Zé Felipe e Ana Castela pegou os fãs de surpresa e ganhou novos contornos com a revelação de que o cantor passou por um momento emocionalmente delicado durante o Natal, poucos dias antes do anúncio oficial da separação.

O casal havia passado a data festiva junto, cercado por familiares e em clima de confraternização. No entanto, apesar da aparência de normalidade, pessoas próximas relataram que Zé Felipe não estava bem emocionalmente. Durante a ceia de 24 de dezembro, ele teria se mostrado introspectivo, distante e visivelmente abatido, comportamento que chamou a atenção de quem estava presente.

Ainda de acordo com relatos, o Natal teria funcionado como um gatilho emocional para o cantor. Ele teria sentido fortemente a ausência da antiga rotina familiar construída ao longo de cinco anos com a ex-esposa, principalmente por se tratar de uma data simbólica, marcada por união e memórias afetivas.

Esse impacto foi tão intenso que, nos dias seguintes à celebração, Zé Felipe passou a refletir sobre seus sentimentos e concluiu que não estava emocionalmente preparado para seguir com o relacionamento iniciado há cerca de dois meses com Ana Castela.

Pouco tempo depois, o cantor teria procurado a artista para uma conversa franca, afirmando que estava emocionalmente fragilizado e que preferia encerrar o namoro de forma respeitosa. Ana, embora surpresa, teria compreendido a situação e aceitado a decisão.

Quando anunciou publicamente o término, Zé Felipe fez questão de ressaltar que não houve brigas nem conflitos, destacando o carinho e o respeito que existiram entre os dois.

O Natal difícil e marcado por abatimento emocional acabou se tornando o ponto de virada que levou ao fim do relacionamento, encerrando de forma silenciosa um romance que parecia promissor, mas que foi interrompido.

Fonte: Bacci Noticias

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

AGRONEGÓCIO

Salvaguarda chinesa deve pressionar preços da arroba no curto prazo

Governo brasileiro avalia possíveis encaminhamentos para a medida anunciada hoje (31) por autoridades chinesas

Published

on

A imposição de medidas de salvaguarda pela China sobre a carne bovina importada tende a gerar impacto imediato no mercado pecuário brasileiro, com pressão sobre os preços da arroba, avalia o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Ribeiro Júnior. Para ele, a decisão do governo chinês pode provocar efeitos no curto prazo, mas a expectativa é de retomada relativamente rápida dos níveis anteriores de compra.

O presidente da Acrimat destaca que a carne bovina brasileira apresenta atualmente um dos menores preços do mercado internacional e que a população chinesa vem incorporando o produto à dieta em ritmo superior à capacidade de produção doméstica.

Diante desse cenário, “acredito num impacto inicial nos primeiros meses, mas com retorno rápido aos patamares de antes. Para o pecuarista, o impacto deverá ser imediato por aqui com estagnação nos preços da arroba, infelizmente”, disse o presidente.

Reunião na próxima semana

Em meio ao anúncio de medidas de salvaguarda, está prevista para a próxima semana, em São Paulo, uma reunião com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) para avaliar como será a implementação das cotas, segundo fontes do setor.

O governo chinês deverá publicar uma portaria com instruções para a habilitação às cotas, o que gera preocupação entre agentes do setor quanto ao acesso de pequenos e médios exportadores, diante do risco de concentração entre grandes empresas.

Ainda de acordo com fontes, o governo brasileiro avalia possíveis encaminhamentos e discute a solicitação de isenção para cargas que já estão em trânsito.

Conforme publicado pela reportagem na última sexta-feira (26/12), cerca de 300 mil toneladas de carne bovina já estavam negociadas e em transporte, com chegada à China prevista após a virada do ano. Com isso, restariam pouco mais de 700 mil toneladas disponíveis para negociação sem incidência da tarifa adicional.

Fonte: Globo Rural

Continue Reading

+ ACESSADOS