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Iveco celebra marca histórica de 5 mil S-Way vendidos no Brasil

Comercialização confirma estratégia de crescimento da montadora

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iveco celebra marca historica de 5 mil s way vendidos no brasil

A Iveco alcançou a marca de cinco mil unidades do caminhão S-Way vendidas no Brasil, consolidando o modelo como referência para transportadores e autônomos. O número é resultado de estratégias implementadas nos últimos cinco anos e reflete o aumento de market share e vendas da empresa, além da aprovação do modelo por clientes e transportadoras.

O crescimento está alinhado às projeções da montadora, que registrou aumento de 17% nos emplacamentos do S-Way em 2024, em comparação ao ano anterior. Marco Pacheco, diretor Comercial da Iveco, afirma que a competitividade do modelo deverá impulsionar a consolidação da marca em 2025.

Equipado com o motor Cursor 13, fabricado pela FPT Industrial, o caminhão oferece três configurações — 4X2, 6X2 e 6X4 — e potência entre 480 e 540 cavalos, atendendo diferentes necessidades do transporte rodoviário. Além disso, conta com versão movida a gás natural e biometano, reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização.

Outro destaque do S-Way é a suspensão pneumática nas versões 4X2 e 6X2, ideal para cargas frágeis. A Iveco também investiu em iniciativas como a Scuderia S-Way, voltada para capacitação de consultores de vendas, e o Projeto Eco Driver, que auxilia clientes a reduzir o consumo de combustível em até 18%.

Para Marcio Querichelli, presidente da Iveco na América Latina, a procura por grandes lotes do S-Way por transportadoras confirma a aceitação do produto e fortalece os objetivos da empresa de ampliar sua presença nas estradas e conquistar novos parceiros. Testado em mais de 2,5 milhões de quilômetros, o modelo segue como aposta da montadora para o mercado de pesados.

Fonte: Por Sérgio Dias | News Rondônia

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ISOLAMENTO: Governo aponta gargalos no transporte e na logística em Rondônia

As falhas logísticas estão associadas a limitações na infraestrutura rodoviária, na capacidade dos portos e na navegabilidade da bacia do rio Madeira

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O governo federal identificou uma série de problemas estruturais no transporte e na logística que afetam diretamente Rondônia. As conclusões fazem parte da Avaliação Estratégica do Plano Nacional de Logística (PNL) 2050, elaborada pelo Ministério dos Transportes, que mapeia entraves ao escoamento de cargas, ao abastecimento interno e à mobilidade regional no estado.

De acordo com o diagnóstico, Rondônia enfrenta dificuldades significativas no escoamento da produção agrícola, especialmente de soja e milho, principais commodities do estado. As falhas logísticas estão associadas a limitações na infraestrutura rodoviária, na capacidade dos portos e na navegabilidade da bacia do rio Madeira, corredor estratégico para o transporte de cargas rumo aos mercados nacional e internacional. Eventos climáticos extremos, como secas prolongadas e cheias intensas, agravam ainda mais esses problemas.

Abastecimento interno

O documento também reconhece entraves no abastecimento interno. O transporte de fertilizantes, alimentos e bens essenciais para Rondônia apresenta custos elevados e instabilidade, o que impacta diretamente o preço final dos produtos e o custo de vida da população. Essas dificuldades revelam, segundo o próprio diagnóstico, a fragilidade da integração entre o planejamento logístico nacional e as necessidades reais do estado.

Passageiros

No transporte de passageiros, o plano aponta desafios relacionados ao isolamento territorial, à baixa integração entre modais e à limitada oferta de transporte regional, especialmente em áreas mais afastadas dos centros urbanos. Essa realidade dificulta o acesso da população a serviços básicos como saúde, educação e atendimento público.

Sem compensação

Embora o PNL 2050 reconheça os gargalos logísticos em Rondônia, especialistas e organizações da sociedade civil criticam a ausência de critérios socioambientais mais claros no diagnóstico. Segundo essas entidades, o estado continua sendo tratado majoritariamente como corredor de escoamento de commodities, sem uma análise aprofundada dos impactos sobre os territórios locais e as populações que vivem ao longo das rotas de transporte.

Futuros projetos

Os problemas identificados servirão de base para a definição de futuros projetos de infraestrutura no estado e permanecem em consulta pública até domingo (18). Organizações sociais solicitaram a prorrogação do prazo, argumentando que o período de fim de ano dificultou a participação ampla da sociedade no debate sobre o futuro da logística e do desenvolvimento de Rondônia.

Fonte: Rondôniaovivo

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