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Jamaicana sofre acidente no Miss Universo e é diagnosticada com hemorragia

Gabrielle Henry segue na UTI após queda em abertura no palco durante apresentação.

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A representante da Jamaica no Miss Universo 2025, Gabrielle Henry, segue internada na UTI após uma queda grave registrada durante a fase preliminar do concurso, em Bangkok. A organização confirmou que a jamaicana sofre acidente no Miss Universo e foi diagnosticada com hemorragia intracraniana, perda de consciência, fratura e múltiplas lacerações. O caso interrompeu a participação da candidata e gerou forte comoção internacional sobre segurança no evento.

De acordo com nota divulgada pelo Miss Universo, o acidente ocorreu em 19 de novembro, quando Gabrielle caminhava pelo palco durante as apresentações. Ela caiu através de uma abertura estrutural não visível ao público, situação que intensificou as críticas sobre o desenho do cenário. Desde então, permanece em estado crítico sob monitoramento neurológico constante.

A organização informou que Gabrielle receberá alta hospitalar apenas para realizar o translado médico de volta à Jamaica, onde continuará o tratamento. Ela viajará acompanhada por uma equipe especializada e será encaminhada diretamente para um hospital no país de origem.

Em comunicado detalhado, o Miss Universo afirmou ter assumido todos os custos de atendimento, reabilitação, hospedagem e manutenção da mãe e da irmã da candidata. A entidade também financiará a repatriação aérea equipada para suporte intensivo. A família agradeceu o apoio e destacou a postura acolhedora da instituição desde o primeiro momento.

A organização reagiu ainda a especulações que circulam nas redes sociais e em sites estrangeiros. Segundo o texto, relatos que sugerem que Gabrielle teria contribuído para o acidente “são totalmente imprecisos”. A entidade reforçou que não atribuiu qualquer culpa à candidata e repudiou insinuações que distorcem os fatos.

A queda de Gabrielle rapidamente viralizou nas redes sociais. Vídeos mostram a candidata caminhando na lateral do palco antes de desaparecer ao pisar fora da borda. Em outras imagens, ela é retirada em uma maca. O episódio levantou discussões sobre falhas de segurança estrutural, sobretudo diante de informações de bastidores que afirmam que o palco teria sido construído com um grande recorte circular no centro.

A hemorragia no Miss Universo 2025 gerou apreensão entre fãs, ex-candidatas e países participantes. A comunidade de concursos de beleza iniciou uma corrente internacional de apoio à jamaicana, que era considerada uma das favoritas desta edição.

Até o momento, a organização não confirmou quando a candidata poderá retomar atividades ou se será necessário um período prolongado de reabilitação neurológica e física. O caso segue repercutindo globalmente e deve provocar reavaliações nos protocolos de segurança do concurso.

Leia a nota completa abaixo:

“A Dra. Henry sofreu uma queda grave através de uma abertura no palco enquanto realizava sua caminhada durante a competição preliminar em 19 de novembro de 2025, resultando em uma hemorragia intracraniana com perda de consciência, uma fratura, lacerações faciais e outros ferimentos significativos.

Ela foi imediatamente levada para a UTI em Bangkok, onde permaneceu em estado crítico sob constante monitoramento neurológico, e continua necessitando de supervisão especializada 24 horas por dia.

Ela retornará à Jamaica nos próximos dias acompanhada por uma equipe médica completa e será transferida diretamente para um hospital para continuidade do tratamento e recuperação.

Desde o momento do incidente, a Organização Miss Universo tem apoiado Gabrielle e sua família como se fossem parte da própria organização, assumindo total e imediata responsabilidade sem hesitação. A Organização cobriu todas as despesas hospitalares, médicas e de reabilitação na Tailândia, assim como os custos de acomodação e subsistência da mãe e da irmã da Dra. Henry, que permaneceram ao seu lado durante todo este período difícil. Além disso, a Organização Miss Universo está financiando o voo de repatriação médica organizado pelo hospital e comprometeu-se a cobrir todas as futuras despesas médicas decorrentes desse incidente.

A família Henry está profundamente grata à Organização Miss Universo por sua compaixão, presença e amor inabaláveis. A resposta da organização até agora foi além da responsabilidade profissional e demonstrou devoção e proteção à família.

Certas reportagens sugerindo que a Dra. Henry contribuiu de alguma forma para o incidente são totalmente imprecisas. A Organização Miss Universo nunca atribuiu culpa à Dra. Henry e confirma que essas sugestões são infundadas e não refletem os fatos.

A Dra. Henry e sua família expressam seus sinceros agradecimentos ao povo da Jamaica, à comunidade do Miss Universo e aos apoiadores ao redor do mundo pela imensa demonstração de amor, orações e encorajamento.”

Fonte: Planeta Folha

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AGRONEGÓCIO

Salvaguarda chinesa deve pressionar preços da arroba no curto prazo

Governo brasileiro avalia possíveis encaminhamentos para a medida anunciada hoje (31) por autoridades chinesas

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A imposição de medidas de salvaguarda pela China sobre a carne bovina importada tende a gerar impacto imediato no mercado pecuário brasileiro, com pressão sobre os preços da arroba, avalia o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Ribeiro Júnior. Para ele, a decisão do governo chinês pode provocar efeitos no curto prazo, mas a expectativa é de retomada relativamente rápida dos níveis anteriores de compra.

O presidente da Acrimat destaca que a carne bovina brasileira apresenta atualmente um dos menores preços do mercado internacional e que a população chinesa vem incorporando o produto à dieta em ritmo superior à capacidade de produção doméstica.

Diante desse cenário, “acredito num impacto inicial nos primeiros meses, mas com retorno rápido aos patamares de antes. Para o pecuarista, o impacto deverá ser imediato por aqui com estagnação nos preços da arroba, infelizmente”, disse o presidente.

Reunião na próxima semana

Em meio ao anúncio de medidas de salvaguarda, está prevista para a próxima semana, em São Paulo, uma reunião com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) para avaliar como será a implementação das cotas, segundo fontes do setor.

O governo chinês deverá publicar uma portaria com instruções para a habilitação às cotas, o que gera preocupação entre agentes do setor quanto ao acesso de pequenos e médios exportadores, diante do risco de concentração entre grandes empresas.

Ainda de acordo com fontes, o governo brasileiro avalia possíveis encaminhamentos e discute a solicitação de isenção para cargas que já estão em trânsito.

Conforme publicado pela reportagem na última sexta-feira (26/12), cerca de 300 mil toneladas de carne bovina já estavam negociadas e em transporte, com chegada à China prevista após a virada do ano. Com isso, restariam pouco mais de 700 mil toneladas disponíveis para negociação sem incidência da tarifa adicional.

Fonte: Globo Rural

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