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Prefeito de São Miguel do Guaporé Parabeniza Agricultores pelo Sucesso na Produção de Café

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crispin cafe

Com grande orgulho, o Prefeito Coronel Crispin celebrou o notável crescimento da cafeicultura em São Miguel do Guaporé, que se destaca como o município que mais produz café em Rondônia. Em uma mensagem calorosa, o prefeito expressou sua gratidão e reconhecimento aos agricultores locais, que contribuíram para a impressionante marca de quase 50 mil toneladas de café produzidas.

“É com a força da nossa gente que eu venho aqui comemorar e celebrar com você, produtor de café. São Miguel do Guaporé se posiciona como o maior produtor de café do estado, e agora seguimos em busca de ser o primeiro colocado do Brasil. Vamos lutar, buscar parcerias e trabalhar para que nosso café seja referência em todo o país”, declarou o prefeito.

São Miguel do Guaporé não é apenas um dos maiores produtores de café de Rondônia, mas também se destaca pela qualidade e inovação que leva ao Brasil e ao mundo. O município é reconhecido por suas práticas sustentáveis e pela conquista de prêmios, como o Concafé, que reafirmam seu potencial no mercado nacional e internacional.

O prefeito também ressaltou a importância de outros municípios que brilham na produção de café, como Cacoal, Alta Floresta d’Oeste, Nova Brasilândia d’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Buritis e Ministro Andreazza, cada um contribuindo de maneira única para o fortalecimento do setor.

“Quero agradecer e parabenizar cada produtor que faz parte dessa história de sucesso! Juntos, estamos construindo um futuro promissor para a cafeicultura em nossa região”, finalizou Coronel Crispin.

Com essa celebração, São Miguel do Guaporé reafirma seu compromisso com a excelência na produção de café, mirando um futuro ainda mais brilhante para os agricultores e para a economia local.

cafe 2

Fonte: Tá Na Mídia Rondôniense

Ver Matéria Relacionada : Rondônia se consolida como um dos maiores produtores de café do Brasil, com uma forte presença de pequenos e médios produtores em diversas regiões do estado

 

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Salvaguarda chinesa deve pressionar preços da arroba no curto prazo

Governo brasileiro avalia possíveis encaminhamentos para a medida anunciada hoje (31) por autoridades chinesas

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A imposição de medidas de salvaguarda pela China sobre a carne bovina importada tende a gerar impacto imediato no mercado pecuário brasileiro, com pressão sobre os preços da arroba, avalia o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Ribeiro Júnior. Para ele, a decisão do governo chinês pode provocar efeitos no curto prazo, mas a expectativa é de retomada relativamente rápida dos níveis anteriores de compra.

O presidente da Acrimat destaca que a carne bovina brasileira apresenta atualmente um dos menores preços do mercado internacional e que a população chinesa vem incorporando o produto à dieta em ritmo superior à capacidade de produção doméstica.

Diante desse cenário, “acredito num impacto inicial nos primeiros meses, mas com retorno rápido aos patamares de antes. Para o pecuarista, o impacto deverá ser imediato por aqui com estagnação nos preços da arroba, infelizmente”, disse o presidente.

Reunião na próxima semana

Em meio ao anúncio de medidas de salvaguarda, está prevista para a próxima semana, em São Paulo, uma reunião com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) para avaliar como será a implementação das cotas, segundo fontes do setor.

O governo chinês deverá publicar uma portaria com instruções para a habilitação às cotas, o que gera preocupação entre agentes do setor quanto ao acesso de pequenos e médios exportadores, diante do risco de concentração entre grandes empresas.

Ainda de acordo com fontes, o governo brasileiro avalia possíveis encaminhamentos e discute a solicitação de isenção para cargas que já estão em trânsito.

Conforme publicado pela reportagem na última sexta-feira (26/12), cerca de 300 mil toneladas de carne bovina já estavam negociadas e em transporte, com chegada à China prevista após a virada do ano. Com isso, restariam pouco mais de 700 mil toneladas disponíveis para negociação sem incidência da tarifa adicional.

Fonte: Globo Rural

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