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Baixaria eleitoral antecipa disputa e coloca Marcos Rocha no centro de ataques nas redes

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Por trás da ofensiva, nos bastidores, está a sucessão estadual. A decisão de Rocha de ingressar no PSD e declarar apoio ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria

A corrida eleitoral de 2026 ainda está distante, mas o clima de disputa política já tomou conta das redes sociais em Rondônia. Nos últimos dias, o governador Marcos Rocha passou a ser alvo de uma série de ataques, com disseminação de informações falsas, críticas anônimas e até um vídeo criado com uso de Inteligência Artificial tentando associá-lo a adversários ideológicos. O material, embalado em tom de deboche e com referências a samba-enredo, chama o governador de “traidor da direita”, num nível de agressividade que muitos consideram ter ultrapassado qualquer limite do bom senso.

Por trás da ofensiva, nos bastidores, está a sucessão estadual. A decisão de Rocha de ingressar no PSD e declarar apoio ao prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, como possível nome para a disputa ao Governo, além do peso político que poderá exercer nas eleições ao Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa, o colocou definitivamente no centro do tabuleiro político. Com potencial para influenciar fortemente a formação de chapas e alianças, o governador passou a ser alvo antecipado de adversários, muitos deles protegidos pelo anonimato nas redes.

Há críticas que fazem parte do jogo democrático, como as cobranças relacionadas à demora em avanços nas áreas da saúde, especialmente em projetos ligados ao João Paulo II e ao Heuro. Essas discussões são legítimas e fazem parte da avaliação natural de qualquer gestão pública. O que chama atenção, no entanto, é o crescimento de ataques baseados em informações falsas, como a narrativa de que o governo teria perdoado uma dívida de cerca de 2 bilhões de reais da Energisa, com aval da Assembleia Legislativa.

Na prática, o que foi aprovado é um programa de renegociação de débitos, válido para empresas e também para pessoas físicas, permitindo a regularização de pendências com o Estado. Prefeitos de várias cidades chegaram a agradecer publicamente a medida, que facilita o acerto de contas e pode ajudar a recuperar receitas. Mesmo assim, a versão distorcida continua circulando e ganhando força em grupos e perfis anônimos.

Outro ponto explorado nas críticas é a ida de Marcos Rocha para o PSD. O que se comenta nos bastidores é que, para entrar na sigla, o governador teria recebido garantias da direção nacional de que o partido manterá distância do governo federal e terá candidatura própria à Presidência. Ainda assim, a movimentação passou a ser usada como argumento político para tentar desgastá-lo junto a setores do eleitorado.

O fato é que, mesmo faltando vários meses para o início oficial da campanha, o cenário já começa a se acirrar. A antecipação dos ataques indica que a disputa pelo comando do Estado promete ser uma das mais intensas dos últimos anos. Se esse é o tom agora, em plena pré-pré-campanha, é fácil imaginar o que ainda virá até 2026.

Fonte: JH NOTICIAS

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Vídeo mostra últimos momentos de homem antes de ser executado pelo CV em Manaus: “Ei Dantas, tu me deu droga arrochada. Entrega o resto”

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Um vídeo que circula nas redes sociais revelou os momentos finais de um homem antes de ser brutalmente executado no Ramal da Suzuki, localizado no Distrito Industrial II, zona leste de Manaus. O corpo da vítima, crivado com mais de 12 disparos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (14).

Nas imagens, gravadas momentos antes do crime, o homem aparece sob coação, visivelmente ferido, enquanto segura um celular que exibe o perfil de WhatsApp de um contato identificado como “Dantas Magalhães”, descrito por ele como policial militar.

“Entrega o resto”

Durante o interrogatório forçado, a vítima confessa ter comercializado entorpecentes de procedência ilícita.

“Ei Dantas, tu me deu droga rochada dos irmão de camisa. Então entrega o resto que tu tem, aí, entendeu? Me deu lá no DB, 54 quilo”, diz o homem no vídeo.

Ao ser questionado por um interlocutor sobre a origem da droga, ele admite: “É roubada”.

Bilhete e Investigações

Após a execução, o corpo foi deixado em uma área isolada de acesso a empresas. Junto aos restos mortais, os criminosos deixaram um bilhete com a frase: “Morreu por vender drogas roubadas”. O conteúdo da mensagem reforça a confissão feita pela vítima durante o vídeo.

A Polícia Militar isolou o local para a realização da perícia pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC). O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que agora investiga a veracidade das acusações contra o policial citado e as circunstâncias que levaram ao homicídio, tratando a relação entre o vídeo e o bilhete como linha central de investigação.

Gostaria de saber se há alguma informação adicional sobre o andamento das diligências da Polícia Civil quanto à identificação dos autores do crime?

Fonte: Hora 1 Rondônia

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