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Corregedoria do MPRO realiza correição em promotorias de Ariquemes, Buritis e Presidente Médici

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Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado de Rondônia deu continuidade aos trabalhos de correição ordinária do ciclo 2025/2026 junto ao Grupo 6, que abrange as Promotorias de Justiça de Ariquemes, Buritis e Presidente Médici. A atividade segue normas internas do Conselho Superior do Ministério Público e da própria Corregedoria.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

A abertura dos trabalhos ocorreu na sede da Promotoria de Justiça de Presidente Médici. Participaram o Corregedor-Geral, Procurador de Justiça Héverton Alves de Aguiar; o diretor do Centro de Controle Disciplinar, Promotor de Justiça André Luiz Rocha de Almeida, , e a diretora do Centro de Controle Institucional, Promotora de Justiça Lisandra Vanneska Monteiro Nascimento Santos.

Também participaram das atividades os membros das unidades locais. Em Presidente Médici, o Promotor de Justiça Fernando Cavalheiro Thomaz; em Buritis, a Promotora de Justiça Ritiane Oliveira da Silva; em Ariquemes, os Promotores de Justiça Otávio Xavier de Carvalho Júnior, Marcos Geromini Fagundes, Lucilla Soares Zanella, Tereza de Freitas Maia Cotta, Natalie Del Carmen Rodrigues de Carvalho Maranhão e Fabiano Marques da Silva Santos.

Durante a correição, a equipe analisou processos judiciais, procedimentos extrajudiciais e atos administrativos. O objetivo foi verificar o andamento dos trabalhos, a qualidade das atividades e o cumprimento de orientações do Conselho Nacional do Ministério Público.

A correição é uma visita técnica. Ela serve para acompanhar o trabalho das promotorias, identificar pontos de melhoria e orientar os membros. A ação faz parte do calendário anual de correições ordinárias e busca aprimorar a atuação do Ministério Público em todo o estado.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

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Vídeo mostra últimos momentos de homem antes de ser executado pelo CV em Manaus: “Ei Dantas, tu me deu droga arrochada. Entrega o resto”

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Um vídeo que circula nas redes sociais revelou os momentos finais de um homem antes de ser brutalmente executado no Ramal da Suzuki, localizado no Distrito Industrial II, zona leste de Manaus. O corpo da vítima, crivado com mais de 12 disparos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (14).

Nas imagens, gravadas momentos antes do crime, o homem aparece sob coação, visivelmente ferido, enquanto segura um celular que exibe o perfil de WhatsApp de um contato identificado como “Dantas Magalhães”, descrito por ele como policial militar.

“Entrega o resto”

Durante o interrogatório forçado, a vítima confessa ter comercializado entorpecentes de procedência ilícita.

“Ei Dantas, tu me deu droga rochada dos irmão de camisa. Então entrega o resto que tu tem, aí, entendeu? Me deu lá no DB, 54 quilo”, diz o homem no vídeo.

Ao ser questionado por um interlocutor sobre a origem da droga, ele admite: “É roubada”.

Bilhete e Investigações

Após a execução, o corpo foi deixado em uma área isolada de acesso a empresas. Junto aos restos mortais, os criminosos deixaram um bilhete com a frase: “Morreu por vender drogas roubadas”. O conteúdo da mensagem reforça a confissão feita pela vítima durante o vídeo.

A Polícia Militar isolou o local para a realização da perícia pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC). O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que agora investiga a veracidade das acusações contra o policial citado e as circunstâncias que levaram ao homicídio, tratando a relação entre o vídeo e o bilhete como linha central de investigação.

Gostaria de saber se há alguma informação adicional sobre o andamento das diligências da Polícia Civil quanto à identificação dos autores do crime?

Fonte: Hora 1 Rondônia

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