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Feminicídio – Homem é condenado a mais de 28 anos por matar a esposa e jogar corpo em córrego em Rolim de Moura

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Ministério Público de Rondônia (MPRO) obteve a condenação de um homem (Eder Bernardo) pelo assassinato da esposa, Natalina Miranda Rodrigues, de 34 anos, após julgamento realizado pelo Tribunal do Júri, na quinta-feira (9), no município de Rolim de Moura (RO). O réu foi condenado a 28 anos, 5 meses e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado.

O crime ocorreu no dia 3 de janeiro de 2024. Conforme consta nos autos do processo, o casal conviveu por cerca de oito anos e teve dois filhos. Segundo as investigações, o relacionamento era marcado por discussões frequentes, ameaças, ofensas e agressões praticadas pelo homem contra a vítima.

Crime ocorreu na presença dos filhos

De acordo com o processo, no dia do crime o homem agrediu Natalina na presença dos filhos do casal. A vítima sofreu golpes na cabeça, que provocaram alteração de consciência.

Após as agressões, o réu jogou a vítima em um córrego localizado em frente à residência da família. A perícia apontou que a mulher morreu por afogamento.

Qualificadoras agravaram a pena

O Conselho de Sentença reconheceu três circunstâncias qualificadoras que aumentaram a pena:

Feminicídio

Uso de meio que dificultou a defesa da vítima

Morte por asfixia

Também foi considerado o fato de o crime ter ocorrido na presença dos filhos, o que tornou a conduta ainda mais grave.

Indenização aos filhos

Além da pena de prisão, a Justiça determinou o pagamento de indenização por danos morais aos dois filhos da vítima, no valor de R$ 20 mil para cada, como forma de compensação pelo sofrimento causado.

A decisão reforça o enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio, crimes que seguem sendo combatidos pelas autoridades em Rondônia.

Fonte: rolnews

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Vídeo mostra últimos momentos de homem antes de ser executado pelo CV em Manaus: “Ei Dantas, tu me deu droga arrochada. Entrega o resto”

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Um vídeo que circula nas redes sociais revelou os momentos finais de um homem antes de ser brutalmente executado no Ramal da Suzuki, localizado no Distrito Industrial II, zona leste de Manaus. O corpo da vítima, crivado com mais de 12 disparos, foi encontrado na manhã desta terça-feira (14).

Nas imagens, gravadas momentos antes do crime, o homem aparece sob coação, visivelmente ferido, enquanto segura um celular que exibe o perfil de WhatsApp de um contato identificado como “Dantas Magalhães”, descrito por ele como policial militar.

“Entrega o resto”

Durante o interrogatório forçado, a vítima confessa ter comercializado entorpecentes de procedência ilícita.

“Ei Dantas, tu me deu droga rochada dos irmão de camisa. Então entrega o resto que tu tem, aí, entendeu? Me deu lá no DB, 54 quilo”, diz o homem no vídeo.

Ao ser questionado por um interlocutor sobre a origem da droga, ele admite: “É roubada”.

Bilhete e Investigações

Após a execução, o corpo foi deixado em uma área isolada de acesso a empresas. Junto aos restos mortais, os criminosos deixaram um bilhete com a frase: “Morreu por vender drogas roubadas”. O conteúdo da mensagem reforça a confissão feita pela vítima durante o vídeo.

A Polícia Militar isolou o local para a realização da perícia pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC). O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que agora investiga a veracidade das acusações contra o policial citado e as circunstâncias que levaram ao homicídio, tratando a relação entre o vídeo e o bilhete como linha central de investigação.

Gostaria de saber se há alguma informação adicional sobre o andamento das diligências da Polícia Civil quanto à identificação dos autores do crime?

Fonte: Hora 1 Rondônia

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