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Eleitores têm até a próxima semana para tirar ou regularizar o título; veja como fazer

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Prazo vai até 6 de maio e vale para emissão do primeiro título, regularização de pendências e transferência de domicílio eleitoral

Aplicativo e-Título | Divulgação/Antonio Augusto/Ascom/TSE

Brasileiros que desejam votar nas eleições deste ano têm até o dia 6 de maio para solicitar o título de eleitor. O prazo também vale para quem está com pendências e precisa regularizar o documento, além de eleitores que mudaram de cidade e precisam solicitar a transferência de domicílio eleitoral.
Para tirar o primeiro título, é possível fazer a solicitação pela internet, por meio do portal da Justiça Eleitoral, ou presencialmente nos cartórios eleitorais e postos de atendimento. 

Entre os documentos exigidos estão:

  • Documento oficial com foto (como RG, carteira de trabalho ou passaporte);
  • Comprovante de residência recente;
  • Para homens que completam 19 anos no ano do alistamento, comprovante de quitação do serviço militar.
Quem optar pelo atendimento virtual deve ficar atento à necessidade de coleta biométrica, que precisa ser feita presencialmente.
A recomendação é não deixar o pedido para a última hora, garantindo tempo hábil para concluir essa etapa.
Já para verificar a situação do título eleitoral, o eleitor pode acessar o portal da Justiça Eleitoral ou utilizar o aplicativo e-Título. Caso haja débitos por ausência em eleições anteriores, é necessário quitá-los antes de realizar novos requerimentos.
O fechamento do cadastro eleitoral ocorre em anos de eleição para que a Justiça Eleitoral organize o pleito com base no número de eleitores aptos a votar. Pela legislação, todos os pedidos de emissão, regularização ou transferência devem ser feitos até 150 dias antes do primeiro turno.
De acordo com a Constituição Federal, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros a partir dos 18 anos. Já para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, o voto é facultativo.
Nas eleições de 2026, os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro, e o segundo turno, quando necessário, para 25 de outubro. Atualmente, mais de 155 milhões de brasileiros estão aptos a votar.
Por: Redação Em RondôniaFonte: SBT News

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Efetivo reduzido de policiais militares nas ruas aumenta violência em Rondônia

Atualmente, segundo fontes da própria corporação, a PM de RO conta com 4710 policiais na ativa, o ideal deveria ser de 8364.

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Rondônia volta a ser assombrada pela violência. A maior parte dos homicídios, segundo quem atua na segurança pública, tem como causa a guerra entre grupos criminosos rivais, ou seja, briga de facções. Dados do Observatório Estadual de Segurança Pública, da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), foram contabilizadas 160 mortes violentas de janeiro a junho desse ano.

Desse total, 137 foram homicídios dolosos, ou seja, assassinato foi praticado com a intenção de matar. Porto Velho é a cidade com o maior número desse tipo de crime, com registros de 42, seguida por Vilhena com 13, e Cacoal, com 9.

Essa briga entre essas facções rememora a população sobre o mês de janeiro de 2025, quando uma onda de violência deixou a capital rondoniense em pânico. Foram dias com assassinatos e vários veículos incendiados, causando pânico nos moradores.

A situação foi amenizada com a atuação das forças de segurança que em conjunto partiram para o confronto, prendendo vários envolvidos e evitando que muitas ações criminosas acontecessem.

Um dos pontos principais para que esses grupos criminosos fossem contidos foi o aumento do efetivo de policiais militares nas ruas. Isso através da retirada de PMs que atuavam dentro de repartições públicas e colocando-os para o policiamento ostensivo. Porém, passados mais de um ano dos ataques das facções em Porto Velho, o efetivo voltou para aos antigos órgãos governamentais e o policiamento ostensivo com menos efetivo.

Atualmente, segundo fontes da própria corporação, a Polícia Militar de Rondônia conta com 4710 policiais na ativa. Já são mais de dez anos sem concurso público, o que contribui ainda mais para a redução do quadro. O número de PM’s no Estado deveria ser de 8364.

Para piorar a situação, 463 policiais militares saíram das ruas de Rondônia para fazerem o trabalho burocrático de órgãos públicos. Assim, é possível encontrarmos PMs no Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas, Ministério Público, Sesdec, secretarias estaduais, prefeituras entre outros órgãos. Hoje, a Polícia Militar, devido também a outros fatores como férias e tratamento médico, conta, de fato, com 700 homens para atender todos os dias a população dos 52 municípios do Estado.

Um policial que conhece profundamente o funcionamento das forças de segurança estaduais, afirmou que está havendo uma inversão de papeis. Para ele, o policial tem formação para está atendendo a população nas ruas, mas opta por se tornar um servidor público dentro da burocracia estatal.

“Isso só penaliza a população e dá ainda mais força para que bandos criminosos se criem em Rondônia. É preciso repensar o papel da segurança pública em nosso Estado. PMs são formados para atuarem no ostensivo, no primeiro contato com marginais. O que está ocorrendo é uma anomalia que só quem perde são os moradores”.

Fonte: Rolnews

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