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Coluna Espaço Aberto: Sílvia Cristina e Fernando Máximo travam uma disputa que promete marcar a corrida ao Senado

Pesquisas internas apontam polarização entre Sílvia Cristina e Fernando Máximo, impulsionados por forte atuação na área da saúde e voto orgânico.

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A corrida por uma das vagas ao Senado Federal em Rondônia nas Eleições de 2026 começa a ganhar contornos de uma das disputas mais acirradas do cenário político estadual. Entre os nomes mais fortes que despontam na pré-campanha estão a deputada federal Sílvia Cristina e o também deputado federal Fernando Máximo, ambos com ampla projeção política e bases eleitorais consolidadas.

Sílvia Cristina chega à disputa respaldada por uma trajetória marcada pela atuação na área da saúde e pela defesa de políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência e pacientes em tratamento contra o câncer. Sua história de superação e a forte identificação com causas sociais fizeram da parlamentar uma das lideranças mais conhecidas de Rondônia, reunindo apoio em diversas regiões do estado.

Do outro lado, Fernando Máximo aposta na popularidade conquistada durante sua gestão como secretário estadual de Saúde, período em que ganhou grande visibilidade. Eleito deputado federal com expressiva votação, o parlamentar busca ampliar sua influência política e se apresenta como um dos principais postulantes à vaga no Senado.

A disputa tende a ser marcada por estratégias distintas. Enquanto Sílvia Cristina deve enfatizar seu histórico de trabalho no Congresso Nacional e sua atuação social, Fernando Máximo deve explorar sua experiência na administração pública e o reconhecimento conquistado na área da saúde.

Além do peso político dos dois pré-candidatos, a eleição para o Senado costuma despertar grande interesse do eleitorado, já que o cargo possui mandato de oito anos e exerce papel fundamental na representação dos estados no Congresso Nacional.

Nos próximos meses, alianças partidárias, apoios regionais e o desempenho nas pré-campanhas poderão redefinir o cenário eleitoral. Apesar de outros nomes ainda poderem entrar na disputa, a expectativa é de que o confronto entre Sílvia Cristina e Fernando Máximo seja um dos principais capítulos da corrida eleitoral em Rondônia.

Espaço Aberto

A política é dinâmica e, até o início oficial da campanha, o cenário pode sofrer mudanças. No entanto, neste momento, a disputa entre Sílvia Cristina e Fernando Máximo desponta como um dos embates mais aguardados das eleições de 2026 em Rondônia, prometendo mobilizar partidos, lideranças e eleitores em todas as regiões do estado.

Fonte: Diario de Rondonia com informações de News Rondônia 

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CONTRA AS FACÇÕES: Rondônia investe R$ 2,32 bilhões em segurança em ano de gasto recorde no país

Os dados mostram que os governos estaduais foram responsáveis pela maior parte dos investimentos que alcançou R$ 163,1 bilhões

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Rondônia destinou R$ 2,32 bilhões para a segurança pública em 2025, acompanhando o movimento de aumento dos investimentos no setor em todo o país. O valor integra o maior volume de recursos já aplicado pelo Brasil na área, que alcançou R$ 163,1 bilhões, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados mostram que os governos estaduais foram responsáveis pela maior parte dos investimentos, concentrando R$ 131,2 bilhões, o equivalente a 80,5% do total nacional, com crescimento de 6,2% em relação a 2024. É nesse grupo que está o investimento realizado por Rondônia, reforçando o papel dos estados no financiamento das políticas de segurança.

No ranking nacional de despesas estaduais, São Paulo liderou com R$ 18,38 bilhões, seguido por Rio de Janeiro (R$ 17,37 bilhões) e Minas Gerais (R$ 12,79 bilhões). Embora esteja distante dos maiores orçamentos do país, Rondônia direcionou um volume expressivo de recursos para manter e ampliar as ações de policiamento, investigação, inteligência e estrutura das forças de segurança.

O anuário ressalta, entretanto, que o aumento dos gastos não significa, necessariamente, maior eficiência no combate à criminalidade. Para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o avanço das organizações criminosas exige uma atuação integrada entre União, estados e municípios, já que o financiamento permanece concentrado nos governos estaduais.

Os valores por unidade da federação contemplam apenas os investimentos dos estados, que somaram R$ 131,2 bilhões. O restante do gasto nacional corresponde aos desembolsos da União (R$ 18 bilhões) e dos municípios (R$ 13,7 bilhões), que não são distribuídos por estado.

Fonte: Alerta Rolim

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